8 de abril de 2013

O Gerador de novos Comportamentos




Vamos a mais um exercício. O gerador de novos comportamentos é um exercício que pode motivar e transformar a sua maneira de ver, ouvir e fazer qualquer tarefa. 

Lembre-se sempre que temos que nos exercitar constantemente. Treine, desenvolva-se.






1. Preparação.

Encontre um lugar calmo e tranqüilo para ser guiado através desta técnica.
Basta estar confortável e começar olhando para a direita. Com o olho da sua mente...
Agora imagine ver alguém que se parece com você a uma pequena distância.
Este "outro você" é que vai aprender a fazer o exercício, enquanto você observa.
Só quando estiver totalmente satisfeito com este processo você assimilará as novas técnicas.
Para garantir isso, seria bom experimentar se sentir dentro de uma bolha de plástico transparente, para ficar realmente separado e desprendido das atividades ocorrendo com o "outro você" lá fora.


2. Escolher a Tarefa.

Agora, pense em alguma coisa que gostaria de se sentir motivado a fazer.
Escolha alguma coisa bem simples. Por exemplo, lavar a louça ou se levantar de manhã.
Alguma coisa que você não goste de fazer, mas quer muito ver feito, por causa dos benefícios resultantes.


3. Ver os Benefícios.

Observe aquele "outro você" e veja como se sentirá quando a tarefa estiver completa, vendo, ouvindo e sentindo as conseqüências positivas de haver realizado a tarefa, tanto em termos de benefícios imediatos e diretos quanto de resultados futuros.


4. Fazendo a Tarefa.

Agora observe aquele "outro você" fazendo a tarefa com facilidade. Enquanto o "outro você" realiza a tarefa, "você" está sempre olhando a imagem da tarefa totalmente terminada e se sente bem por causa disso.

Note que a voz interna do "outro você" é estimulante e encorajadora, lembrando-lhe os prêmios futuros e o quanto você já fez para se aproximar da meta. Finalmente, veja aquele "outro você" encantado por ter terminado a tarefa e apreciando a recompensa no final.


5. Revisão e Ajuste.

Se o que você ver não for totalmente agradável, você pode deixar cair uma névoa sobre a sua visão interna enquanto a sabedoria do seu inconsciente faz os ajustes ou mudanças adequadas.

Quando a névoa tornar a desaparecer, você vai ver os ajustes que foram feitos de uma forma agradável e boa para você. Você quer ser aquele "outro você" que acabou de usar uma nova estratégia de motivação? Está satisfeito que aquele "outro você" tenha dominado esta nova técnica? Faça aquele "outro você" repetir todo o processo de novo com uma outra tarefa até ficar satisfeito com a demonstração.


6. Integração.

Quando estiver totalmente satisfeito, deixe cair a bolha de plástico transparente, e absorva aquele "outro você" que aprendeu todas essas novidades. Integre-se a esse “outro você”.


7. Planejamento.

Agora reserve uns minutos extras para pensar quando é que vai ter que fazer essa tarefa para qual acabou de se motivar. Agora você já deve estar com uma ideia melhor de como usar as técnicas da PNL para aumentar a sua motivação e a dos outros. Você está aprendendo a descobrir os seus valores importantes e como eles podem influenciar a sua motivação.

A PNL é um incrível conjunto de idéias e insights sobre pensamento, sensação, comportamento e mudanças humanas e, em vários aspectos, isto é o mínimo que ela pode fazer. O interesse da PNL é experimentar a excelência humana entrar em novos mundos e novas possibilidades, novas motivações.

A PNL só funciona quando você funciona.

1 de abril de 2013

Aptidões Cerebrais




As mudanças sociais, culturais e de inovações tecnológicas têm forçado as empresas a readaptarem suas estruturas, estratégias e formas de trabalho. As competências gerenciais implicam tanto na detenção de um conhecimento quanto na capacidade comportamental de agir de maneira adequada. Relacionar modelos mentais com competências gerenciais pode ser um fator de vantagem competitiva para as organizações.

Cada vez mais se acentua a necessidade de profissionais competentes, sobretudo daqueles que comandam as organizações, para a adaptação e sobrevivência em um mercado altamente competitivo e baseado no conhecimento. O conhecimento tem se firmado como um elemento essencial para qualquer nível de atividade organizacional. Um dos principais pilares da gestão do conhecimento é a adequada gestão do capital intelectual da organização e tornou-se essencial como uma fonte de vantagem competitiva.

Para renovar e sustentar uma vantagem competitiva no atual ambiente de negócios, a gestão deve ser feita no sentido de captar e utilizar todos os conhecimentos e competências dos seus colaboradores, entre as quais se destacam suas aptidões e competências gerenciais, com o intuito de atingir os objetivos estratégicos da organização. Neste sentido, as ciências cognitivas, cujo foco é estudar o conhecimento em si e suas formas de representação, manipulação e armazenamento, têm muito a contribuir. Felizes as empresas que já descobriram e implantaram em suas equipes.

Estudiosos das ciências cognitivas entre outros profissionais têm proposto diversas ferramentas no sentido de identificar modelos mentais, aptidões cerebrais, estilos cognitivos e/ou tipos psicológicos. Estas ferramentas procuram representar aquilo que está contido no cérebro humano e que provoca determinados comportamentos e atitudes na realização das tarefas. Uma destas ferramentas foi apresentada por William "Ned" Herrman (HERRMAN, 1990) que propôs a teoria da dominância cerebral, pela qual é possível identificar modelos de uso preferencial de aptidões cerebrais.

Podemos nos perguntar enquanto líderes/gestores de outros ou de nossas próprias vidas, a função ocupada por um determinado indivíduo em uma organização, solicita o estudo de suas aptidões cerebrais e as competências requeridas pelo cargo? Este tipo de avaliação é muito rica pois permite:

1) Obter uma descrição de como os indivíduos obtêm e tratam as informações;

2) Identificar vulnerabilidades em uma equipe de projeto;

3) Informar ao grupo como apresentar e comunicar informações aos colegas ou aos clientes;

4) Entender as diferenças entre as pessoas no ambiente de trabalho;

5) Obter informações sobre necessidades de treinamento nas equipes de trabalho;

6) Demonstrar o valor de ter estilos diversos na equipe;

7) Melhorar a solução de problemas e a tomada de decisão;

8) Melhorar a eficácia na resolução de conflitos;

9) Reduzir o nível de stress;

10) Ajudar o grupo a ser mais eficaz em reuniões;

11) Melhorar a produtividade associando pessoas a projetos de acordo com seu perfil ou estilo preferido;

12) Auxiliar o grupo no cumprimento de prazos por meio de uma distribuição adequada de tarefas;

13) Proporcionar o autoconhecimento e melhorar o relacionamento interpessoal com os colegas e clientes.

Posteriormente falaremos sobre como este conhecimento amplia a possibilidade de sucesso no desenvolvimento das competências individuais, alinhando-as com as competências organizacionais e trazendo, consequentemente, vantagens a longo prazo para o indivíduo e para a organização. É um recurso importante que permite aos indivíduos desenvolver suas competências no aprender a aprender.


25 de março de 2013

Gerenciamento de Projetos

Gerenciamento de Projetos



Um projeto é um empreendimento temporário, com data de início e fim, cujo objetivo é criar ou aperfeiçoar um produto ou serviço. Gerenciar é atuar de forma a atingir os objetivos propostos dentro de parâmetros de qualidade determinados, obedecendo a um planejamento prévio de prazos (cronograma) e custos (orçamento). Duas categorias clássicas de Coaching resumidas a seguir:


* Coaching de VidaProjeto de vida. Visando a vida toda ou uma fase da vida. Pede aplicação ampla de conceito de projetos, mesmo que o foco principal do cliente seja carreira, os outros aspectos da vida particular também influenciam.

* Coaching focando objetivos específicos ou pontuais – O uso de metodologia de projetos com foco em objetivos específicos exige uma abordagem customizada.

A abordagem de projetos garante objetivos planejados e bem acompanhados. Ela divide-se em nove áreas de conhecimento.



Gerenciamento de Escopo – Das nove áreas de gerenciamento de projetos, todas são relevantes ao longo da vida, mas o escopo merece atenção especial quando se trata de Coaching. O escopo representa o que é incluso no projeto, e determina a fronteira com aquilo que se exclui dele. Existe uma técnica consagrada para definir o escopo chamado de EAP, estrutura analítica do projeto.

Gerenciamento de Tempo - O tempo precisa ser gerenciado, utilizando-se de uma listagem de atividades e cronograma de datas. Independentemente do escopo, é necessário que o cliente elabore planos e que eles sejam traduzidos em termos cronológicos.

As datas-chave são escolhidas como pontos para monitorar o progresso do projeto, destacando as atividades críticas. São destacadas as de gerenciamento de escopo e de tempo, que são as básicas para dar inicio ao de Coaching via gerenciamento de projetos. As demais áreas de gerenciamento (custo, qualidade, aquisições, recursos humanos, riscos, comunicações e integração) são complementares e se enquadram no projeto de Coaching.

Gerenciamento de Custo - O projeto que corresponde a cada objetivo do cliente envolverá investimentos e despesas. Isso significa que o projeto precisa ser orçado.

Gerenciamento de Qualidade - Para atingir um objetivo, o projeto em questão exige qualidade. Isso significa planejar o projeto seguindo aquele padrão de qualidade.

Gerenciamento de Comunicação - Todo objetivo depende da boa comunicação, desde o próprio planejamento das atividades até sua divulgação e engajamento de pessoas envolvidas. Cabe, em alguns casos, preparar plano de Comunicações.

Gerenciamento de Aquisições - Alguns objetivos requerem materiais, equipamentos e serviços que precisam ser adquiridos. O projeto bem-sucedido, portanto, contempla a aquisição desses recursos humanos.

Gerenciamento de Risco - Riscos são inerentes à condição humana, e em graus diversos dependendo do objetivo específico. Vale fazer uma análise de risco ligado ao objetivo em questão.

Gerenciamento de RH - O recurso humano principal no processo Coaching, evidentemente, é o próprio cliente. No entanto, invariavelmente haverá outras pessoas que influenciarão o projeto em questão.

Gerenciamento de Integração - é preciso que tenha alinhamento entre as diversas iniciativas. Com a integração dos instrumentos de projeto questão fica consolidada a base técnica do conceito Coaching Prática Via Projeto.

Contudo, todo projeto deve ser cuidadosamente gerenciado. Convido vocês a gerenciarem com maestria os seus projetos de vida.



Retirado do livro Coaching Prático - o Caminho Para o Sucesso - Paul Campbell Dinsmore , Monique Cosendy Soares

18 de março de 2013

Coaching e a Presença


Coaching e a Presença






Quando conseguimos amadurecer e nos desenvolver de forma correta, passamos a viver de forma diferente da pessoa que só usa o racional. Uma pessoa amadurecida e trabalhada de verdade por um profissional, inevitavelmente será mais flexível que a pessoa crua e estará muito mais apta para lidar com uma maior variedade de acontecimentos.


O Coaching e a Programação Neurolinguística possuem algumas características que são de grande importância, não basta ter só o conhecimento racional ou cognitivo sobre o processo executado. Para fazer um bom trabalho é necessário também ter PRESENÇA.

Este post convida vocês a uma reflexão séria: O que está fazendo pelo seu desenvolvimento pessoal? Estão usando as ferramentas corretas e abordagens para desenvolver-se melhor e mais rápido? Estão aprofundando os conhecimentos e conceitos sobre o assunto?

A PRESENÇA no coaching é o "ser coaching" no Nível Neurológico da Identidade. É alinhar os níveis dos Valores, da Identidade num mergulho verdadeiro e congruente dentro de si mesmo, que se expressa via comunicação não verbal pelo que se é, mais do que pelas ações, comportamento ou manejo de alguma Capacidade específica. Ou você desperta para uma atitude amadurecida ou vai enfrentar as barreiras criadas muitas das vezes por si próprio, pois não se pode esconder por muito tempo. Afinal, não se pode dar aquilo o que não se possui... Reflita...