24 de janeiro de 2013

Como fazer a respiração Diafragmática?


Como fazer a respiração Diafragmática?


Falamos no post, Vamos respirar fundo? sobre a importância da respiração para o processo de comunicação. Em qualquer momento do nosso dia, quando a agitação toma conta de nossas vidas, ou quando necessitamos utilizar nossa voz para uma apresentação, ou mesmo falar em uma reunião ou com amigos, a respiração pode ajudar ou atrapalhar.

Muitas vezes deixamos os acontecimentos da vida nos governarem, e perdemos a presença e o foco. É nesse momento, da perda de conexão com nosso Eu, que deixamos de respirar e prestar a atenção ao que fazemos e falamos. É importante que você aprenda a fazer a respiração treinando-a pelo menos uma vez ao dia para ir acostumando seu organismo e torná-la aos poucos mais automática. 

Em um local calmo, passe a provocar a respiração diafragmática, da seguinte maneira:

1. Coloque-se de forma confortável sentado ou deitado;
2.Coloque a mão na barriga próxima ao umbigo;
3. Feche os olhos e concentre-se em sua respiração. Se acontecerem conversas mentais uma das maneiras é desenhar na mente um círculo que se completa a cada ciclo de respiração, imaginando metade na inspiração e metade na expiração.
Inspire pelo nariz e encha os pulmões de ar, leve-o até o abdômen, percebendo que ele se movimenta. Você pode imaginar que está enchendo uma bexiga que está dentro de sua barriga.
4. Ao inspirar conte até quatro (mentalmente) para que o pulmão e o abdômen fiquem expandidos;
5.Retenha o ar por dois tempos (conte até dois mentalmente), mantendo a barriga e os pulmões cheios;
6.Expire lentamente pela boca, contando até cinco, esvaziando completamente o pulmão e o abdômen;
7.  Reinicie os movimentos após reter os pulmões vazios por dois tempos.

Procure efetuar os movimentos respiratórios de tal forma que haja pouco movimento torácico (movimento do peito), a movimentação deve ser abdominal. Repita dez vezes a respiração ou pratique por aproximadamente três a cinco minutos.

Podem ocorrer tonturas ou pontinhos brancos ao abrir os olhos, isso é normal e vai desaparecer. Isso acontece, porque o cérebro recebe mais oxigênio do que está acostumado, mas é interessante ir adaptando o ritmo de forma que fique confortável e não gere sensação de náusea. Não force o organismo, este não é um desafio e muito menos uma competição. Vá devagar e procure se adaptar aos poucos.

Quando estiver dominando a técnica você conseguirá desencadear a respiração abdominal quando precisar. Passe a empregá-la em situações de tensão. Pode ser no meio de uma reunião, meio minuto antes de atender àquele cliente importante, no meio do trânsito, com a família em casa.

Essa prática é facílima e sem querer você não apenas irá melhorar dos sintomas, mas também já começa a monitorar as situações que o deixam fora da sua presença e desconectado do seu Eu.

Faça e poder lhe será dado!

18 de janeiro de 2013

Desmistificando a Hipnose


Desmistificando a Hipnose



Venho abordar esse tema para desmistificar a palavra Hipnose. Muitos tem medo da prática e da utilização de suas ferramentas, por não terem conhecimento de como, sendo bem empregada, pode ajudar e transformar. Quase todo mundo já experimentou alguma forma de hipnose em algum momento da sua vida. Pense em alguma vez em que você se pegou, por um breve momento, inconsciente daquilo que estava fazendo. Na verdade, toda hipnose é auto-hipnose e o paciente está sempre no controle. Não há nada a temer, porque é um processo completamente seguro quando é usada profissionalmente.

A palavra hipnose vem do grego hypnos, que significa sono. Mas na verdade não é isso que acontece, é uma forma de comunicação que pode provocar mudanças no pensamento, no sentimento e no comportamento. O Dr. Milton Erickson, fundador da American Society of Clinical Hypnosis, criou a Hipnose Eriksoniana quando surgiu com essa ferramenta para a modernização da hipnose clássica.

Trata-se de um estado alterado de consciência e percepção, de relaxamento, no qual o consciente e o inconsciente podem ser focalizados por ficarem mais receptivos à sugestões. É possível haver um processo educativo, de orientação, recuperação e modificação do que leva determinada pessoa a ter certo comportamento indesejado, auxiliando e proporcionando o ajustamento, a superação e solução de conflitos e problemas diversos. 

O uso dessa ferramenta facilita, em teoria, a descoberta de novas opções na vida e a quebra de padrões de sentimentos e comportamento indesejáveis. Os fenômenos hipnóticos podem ser descritos como sendo: Rapport, catalepsia (ausência da vontade de se mover), dissociação (pensamento/ sensação/ sentimento), analgesia (diminuição da sensibilidade à dor), anestesia (não sentir parte do corpo), regressão de idade, progressão de idade (o que na PNL chamamos de Ponte ao futuro), distorção do tempo, entre outros.

A Hipnose Ericksoniana também é conhecida por Hipnose Moderna, pelo motivo de utilização do método conversacional ou simplesmente o uso coloquial das palavras. Em uma conversa tradicional a pessoa é levada a um estado alterado de consciência, facilitando o entendimento, processamento e interação inconsciente. Ela pode ser usada para muitos tratamentos e apoio dentro da Psicologia, na medicina, na odontologia entre outros.

Como muitos outros, um dos maiores mitos sobre hipnose é que você perderá a consciência. Na hipnose você muda da consciência de vigília para a consciência hipnótica, porém não se perde a consciência. Você ficará ciente de tudo em cada momento e ouvirá tudo que o hipnólogo estiver dizendo. Consciência de vigília é quando você está alerta para o que acontece ao seu redor, consciência hipnótica é quando você se volta para o seu próprio interior. De forma alguma a sua vontade se enfraquecerá, você estará no controle e, se desejar por qualquer razão sair do estado hipnótico, pode fazer isso simplesmente abrindo os olhos. Você não pode ser forçado a fazer nada contra a sua vontade. Os hipnotistas de palco gostam de que a platéia acredite que eles têm o controle absoluto sobre os seus sujeitos. O profissional deixa claro que a pessoa tem o controle. Você não começará a falar espontaneamente, ou revelar informações que gostaria de manter em segredo. Pode-se falar durante a hipnose e seu hipnólogo pode querer usar uma técnica que inclui conversa para ajudá-lo em seu problema.

As experiências de vida tornam-se aprendizagens e durante o transe hipnótico é possível desenvolver novas, reformular o pensamento, rever e mudar hábitos, descobrir qualidades. Não podemos modificar as experiências que já foram vividas, mas é possível criar uma nova roupagem e enquadrar uma nova percepção do viver e conseqüentemente adquirindo outros comportamentos e atitudes perante as novas experiências que virão. Refletir sobre a própria realidade ou desenvolver o reconhecimento da responsabilidade sobre si mesmo, possibilita a reconstrução diária, pois é através dos recursos internos que a pessoa poderá compreender, solucionar e adaptar-se diante de antigas e novas experiências. 


14 de janeiro de 2013

Metaprogramas


Metaprogramas



Segundo a PNL, Metaprogramas são os filtros perceptivos que normalmente usamos. Padrões que utilizamos para determinar que informação chegará até nós. Eles são sistemáticos e habituais e podem permanecer imutáveis e mudam quando há uma alteração de contexto. Filtram o mundo para nos ajudar a criar nosso próprio mapa, nosso contexto de vida. São identificados pela maneira como falamos ou nos comportamos. São importantes em áreas que utilizem a motivação como ferramenta e da tomada de decisões. Os bons comunicadores adaptam sua linguagem ao modelo de mundo do seu receptor através do Rapport


Como observamos uma situação, o que existe concretamente, o que está faltando, tudo isso demonstra nossos padrões. Uma linguagem congruente com os Metaprogramas da outra pessoa facilita e assegura que o interlocutor possa compreendê-la com facilidade. Isso permite economizar energia para tomar decisões e encontrar motivação


Como eles filtram a experiência, e como transmitimos nossa experiência através da linguagem, alguns padrões de linguagem são típicos de certos Metaprogramas. Há muitos padrões que podem ser qualificados como Metaprogramas, e nenhum deles é melhor ou correto por si só. Tudo depende do contexto e do objetivo que se deseja atingir. Vamos a alguns mais conhecidos:


Proativo – Reativo - Estes padrões dizem respeito à ação. 

A pessoa proativa toma a iniciativa e faz o que deve ser feito. Não espera que os outros iniciem a ação. Usa frases completas, geralmente contém um sujeito pessoal, um verbo na voz ativa e um objeto tangível. 

A pessoa reativa espera que os outros tomem a iniciativa ou pensa muito antes de agir, levando muito tempo para tomar uma decisão ou nem chega a agir. Usa verbos na voz passiva e frases incompletas, muitas vezes com qualificações e substantivações. 


Aproximação – Afastamento - Estes padrões referem-se à motivação e revela como as pessoas mantêm o seu nível de concentração. 

Pessoas que têm um padrão de aproximação se concentram em seus objetivos. Vão atrás daquilo que querem. As pessoas que têm esse Metaprograma são motivadas por objetivos e recompensas. São pessoas boas em estabelecer objetivos. 
 Já as pessoas que possuem o padrão de afastamento reconhecem facilmente os problemas e sabem o que evitar, porque vêem claramente aquilo que não querem. Esse padrão trabalha muito bem em funções de controle e qualidade, pois facilmente encontram erros. A motivação das pessoas que têm o padrão de afastamento é evitar problemas e punições. 


Interno - Externo - Estes padrões referem-se ao local onde as pessoas encontram seus padrões ou normas. 

Uma pessoa interna terá seus padrões interiorizados e os utilizará para fazer comparações e tomar decisões. Ela insiste em decidir por si mesma com base em seus próprios padrões e crenças. Uma pessoa fortemente interna vai resistir às decisões alheias por melhores que elas sejam, tendo dificuldade em aceitar ordens superiores.

As pessoas externas precisam que outras pessoas lhes forneçam os padrões e a orientação. Perguntam aos outros a respeito de seus padrões e dão a impressão de ter dificuldade em tomar decisões. Precisam ser dirigidas e supervisionadas. A referência de sucesso tem que vir de fora, senão elas ficam inseguras, sem saber se fizeram o trabalho corretamente ou não. 


Opções - Procedimentos - Estes padrões são importantes no mundo dos negócios. 

Uma pessoa que possui o padrão opções quer ter possibilidades de escolha e criar alternativas. Hesitará em seguir caminhos muito utilizados, mesmo que bons. Já a pessoa que possui o padrão procedimentos tende a seguir caminhos já testados. Geralmente, não tem facilidade para criar novos caminhos, pois se preocupa mais com a maneira de fazer do que com o motivo que a leva a fazer algo. Tende a acreditar que há uma maneira correta de fazer as coisas. Não é uma boa ideia empregar uma pessoa que tem esse padrão para criar alternativas, assim como não vale a pena contratar uma pessoa que tem o padrão opções para qualquer tarefa em que o sucesso depende de seguir o procedimento inteiramente. Essas pessoas não se adaptam a rotinas, pois se sentem compelidas a ser criativas. 


Geral – Específico - Estes padrões referem-se a argumentação. 

As pessoas do padrão geral gostam de ter a imagem completa. Sentem-se mais à vontade quando lidam com grandes segmentos de informação. São pensadores globais e generalistas. Não seguem etapas ou padrões. Vê a sequência total como um segmento, em vez de uma série de etapas gradativas, e com isso elimina muitas informações.
Já a pessoa específica sente-se melhor com pequenos segmentos de informação, partindo do específico para o geral. Também gosta de sequências, e em casos extremos, só é capaz de lidar com o próximo passo da sequência que está seguindo. Tendem a usar termos como "etapas" e "sequências", a fazer descrições muito específicas e a usar nomes próprios. 

As pessoas do padrão geral são muito boas para planejar e criar estratégias, enquanto as pessoas específicas são boas em tarefas sequenciais, em pequenas etapas, que exigem atenção para o detalhe. É possível determinar se uma pessoa é geral ou especifica a partir da linguagem que ela utiliza. Ela dá os detalhes ou apenas a imagem geral? 


Semelhança - diferença - Estes padrões referem-se a comparações. 

Algumas pessoas notam aquilo que as coisas têm em comum. Esse padrão é chamado de semelhança. Geralmente se contentam em fazer o mesmo tipo de trabalho anos a fio e se adaptam bem a tarefas que permanecem essencialmente imutáveis. Há pessoas ainda, que observam a semelhança com exceções. Estas pessoas, em geral, gostam que as mudanças ocorram gradativa e vagarosamente e preferem que seu trabalho evolua com o passar do tempo. Quando aprendem uma tarefa, aceitam realizá-la por um longo tempo e são boas na maioria das coisas que fazem. 

As pessoas que possuem o padrão de diferença observam as divergências quando fazem comparações. Apontam as diferenças e costumam se envolver em discussões. Uma pessoa que nota dessemelhanças examinará com muito cuidado uma informação recebida, preocupada em achar discrepâncias. Com isso, é capaz de levar à loucura uma pessoa que possua o padrão de semelhança e raciocine em grandes segmentos. Gostam de mudança e em geral trocam muitas vezes de emprego. Há pessoas que observam as diferenças com exceções, notam primeiro as diferenças e depois as semelhanças. São pessoas que procuram a mudança e a variedade, porém não no mesmo nível que as que possuem o padrão de diferença.


Contudo, poucas pessoas se enquadram em um único padrão de maneira tão extrema. A maioria revela uma mistura de ambos os padrões. Os Metaprogramas são muito úteis em diversas áreas de atuação, para ser mais efetivo, você deve ter conhecimento das suas preferências e ser suficientemente flexível para se comunicar com pessoas em termos do modelo do mundo delas. Faça a diferença, perceba padrões, pratique o Rapport e acumule ganhos. 

11 de janeiro de 2013

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL – Sua importância e impacto na saúde – Parte II


INTELIGÊNCIA EMOCIONAL – Sua importância e impacto na saúde – Parte II


Antigamente a inteligência era medida pelo QI – quociente de inteligência com as inteligências lingüísticas e lógica-matemática.  Depois, houve a reformulação do conceito de inteligência com Howard Gardner.

1980 - Howard Gardner falou sobre as múltiplas inteligências (lógico-matemática, pictórica, naturalista, musical, espacial, lingüística, corporal, existencial) estudiosos americanos começaram a pesquisar sobre a importância da Inteligência Emocional na vida das pessoas e somaram-se a elas a inteligência intrapessoal (autoconhecimento, autoconsciência, automotivação, autocontrole) e a interpessoal (persistência, aptidões sociais, empatia, cuidado/zelo), formando a Inteligência Emocional.

A partir dessa época, a Inteligência Emocional começou a ser estudada por John Mayer e Peter Slovey quando caiu a idéia que inteligência estava vinculada ao QI;
1990 - Peter Slovey e John Mayer trouxeram academicamente a Inteligência Emocional.
1995 – Daniel Goleman (Psicólogo e professor da Universidade de Harvard)  popularizou o tema quando escreveu o best seller “Inteligência Emocional”.

Na verdade, em 1920 quando se falava em Inteligência Social já era um pouco do que se vê na Inteligência Emocional:
·         Aceitar as pessoas como são,
·         Admitir os próprios erros,
·         Mostrar curiosidade e interesse pelas pessoas e pelo mundo,
·         Ser honesto consigo mesmo

O que influencia a inteligência?
-          O gen influencia até 18% numa pessoa;
-          Fisiologia do cérebro, homens e mulheres são diferentes;
-          Cultura;
-          Auto-estima;
-          Ver e viver com o que faz bem;
-          Ser otimista sempre.

Os homens trabalham com uma caixa, o cérebro entende a vida em partes. Dinheiro,  filhos, futebol, sexo, amigos – “Caixa Vazia”. As mulheres não usam caixas e tudo se conecta então, ela é múltipla. Fala no telefone, mexe a comida, olha a roupa na máquina e ainda ensina o dever ao filho. Não existe forma melhor nem certa, o que existe são formas diferentes de lidar e de agir no mundo.  Essa caixa vazia é interessante para homens e mulheres, é como se naquele momento fosse possível se isolar do mundo, é o botão do “desliga”.

Na vida todos são importantes então, não permita que ninguém te diminua nem humilhe.  As vezes podemos, naturalmente acordar ou nos sentirmos “murchinhos”  e nesse momento podemos usar um artifício que ajuda a animar e renovar – Caixa da auto-estima: colocar fotos, figuras, tickets de cinema ou teatro, passagens aéreas, letras de música... tudo o que realizou na vida e que traz lembranças especiais.  Quando estiver “murchinho” abra a caixa, veja tudo o que há de maravilhoso e se revigore, se anime e siga em frente.

Duas boas atitudes para ter perante a vida: Perdoar e Agradecer!

Existe uma metáfora que tem a ver com esse tema porque ao falar de Inteligência Emocional falamos também de autoestima, valor, empatia.  E, estão sempre presentes na nossa vida.

      ** Eu tenho R$ 100,00, o que eu compro com esse dinheiro?  R: ____
          Se eu jogar as notas no chão e pisar?  R: ____
          Se eu amassar as notas, o que eu compro?  R: ___
          Se eu jogar as notas na água suja?  O que eu compro? R:  ____

O valor é o mesmo e posso comprar as mesmas coisas sendo que ao falarmos de pessoas nem sempre é assim, quantas vezes nos diminuímos quando acontece algo negativo ou algo diferente do esperado?!  Nos “amassamos” e nos “pisamos”, o nosso valor continua o mesmo, o que aconteceu foi uma provável mudança no resultado esperado. Mas, muitas vezes vemos o nosso valor diminuído por nós mesmos ou pelos outros. É importante valorizar-se sempre!!!! 

Quero compartilhar com vocês algumas frases que utilizo sempre e que envolvem autoestima, segurança e confiança.  Se ao realizar algo, sentir alguma dúvida, respire (de preferência respiração abdominal) e afirme para você mesmo:

     Eu posso

      Eu mereço

      Eu consigo

      É possível

      Vale a pena

7 de janeiro de 2013

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL – Sua importância e impacto na saúde – Parte I


INTELIGÊNCIA EMOCIONAL – Sua importância e impacto na saúde – Parte I


Agora falaremos sobre Inteligência Emocional. Mais uma vez minha querida Maria da Glória, Trainer em PNL, Psicóloga e Hipnoterapeuta, nos levará a um conhecimento mais amplo do tema.

Segundo Daniel Goleman, Inteligência Emocional é a capacidade de identificar os nossos sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de administrar bem as emoções dentro de nós e dos nossos relacionamentos.

A Inteligência Emocional é a capacidade de sentir, entender e aplicar com eficácia o poder e a sutileza das emoções, através da autoconsciência (habilidade Intrapessoal), autoconhecimento (habilidade Intrapessoal), automotivação (habilidade Intrapessoal), controle da impulsividade (habilidade Intrapessoal), persistência, empatia (habilidade Interpessoal), zelo / cuidado (habilidade Interpessoal) e resistência psicológica.

Com Inteligência Emocional você aprende a dar cor a si, a sua vida, a sua família, as suas atividades e vive mais feliz. Saber lidar com as pessoas com habilidade (usando rapport – entrar em sintonia, empatia - perceber o que o outro sente, entrar em sintonia e “calçar os sapatos” dessa pessoa para entender porque ela age dessa forma, fazer um bom uso do Feedback*  -  retorno dado sobre o comportamento e não sobre a identidade da pessoa com tom de voz amigável, educação, fala clara e objetiva e, com empatia, olho no olho, respeito) faz com que todos ganhem na relação tanto pessoal quanto profissional e assim, aprendemos a administrar conflitos porque é importante saber quando recuar ou avançar.

 *Como dar Feedback – Feedback-Burguer:
1)     Falar o que foi legal, bom
2)     Falar o que precisa melhorar
3)     Ponto alto da situação, do trabalho ou do comportamento

 Um rápido exercício bem divertido: levante a mão direita, toque o ombro esquerdo e diga: “parabéns! Isso mesmo! Você conseguiu!”

Muitas vezes ao longo da vida e no dia-a-dia a pessoa espera que alguém a parabenize, elogie por algo que fez e nem sempre isso acontece então, a decepção, a tristeza e a frustração podem surgir.  Na verdade o desejo de reconhecimento é de cada um de nós, nem sempre o outro acha necessário falar o que sentiu ou o que achou.  Por isso, começaremos a praticar esse exercício sempre que fizermos algo que foi bom ou interessante para satisfazer a nossa vontade e necessidade de reconhecimento – quem é que não gosta de ser elogiado e ver sua dedicação e esforço apreciados, valorizados?
Acabou de ler um livro, fazer um bolo, caminhar por mais tempo, melhoraram as taxas no exame de sangue? – Parabenize-se!!!!

Agir com Inteligência Emocional auxilia no apropriar-se de si, a tomar as rédeas da própria vida nas mãos, a ser o condutor da própria estória, é ser responsável pelos próprios atos e desejos; através da tomada de consciência (“Consciência é remédio”, segundo meu mentor em PNL Drº Jairo Mancilha)  e do autoconhecimento é possível sofrer menos porque se eu sei o que eu quero é muito mais fácil ir na direção da realização das minhas metas. Muitas vezes perdemos tempo falando sobre o que não queremos fazer, ter, sentir ou perder, por exemplo, e a pergunta principal precisa ser: “O QUE EU REALMENTE QUERO?”  Responder a essa pergunta de forma clara e objetiva, é metade do caminho resolvido para que eu alcance o que eu desejo e quero.

 A PNL fala do ESTADO ATUAL (onde estou) e do ESTADO DESEJADO (onde quero chegar/metas), o que acontece entre esse processo é que pode alterar o meu resultado final pois, aqui estão os obstáculos que posso encontrar e que preciso transpor (para isso é necessário conhecer e se possível dominar as habilidades intrapessoais e as interpessoais) e também estão os recursos que eu tenho e os que preciso ter para chegar lá.  Quando me conheço mais, tenho mais consciência do que quero e preciso para estar bem e ser feliz, a probabilidade de que eu realmente me sinta assim é muito maior.

            Isso é saúde, produz bem estar.  Saúde é um processo que envolve o físico, emocional, o mental e o espiritual. Viver feliz auxilia diretamente na saúde como um todo e cuidar de si, é cuidar das pessoas que ama. Tudo pode ser programado pelo nosso cérebro, cada um pode testar antes de deitar diga ao seu cérebro o que quer:  Preciso e quero mais saúde, mais amor na minha vida, mais tranqüilidade e verá os resultados. Programe o que você quer, diga no positivo. Tudo principia nos pensamentos então, atenção e cuidado com o que deseja para si -  as crenças podem alavancar, mas também podem impedir o alcance das metas e do crescimento tanto pessoal quanto profissional.

Para tudo na vida tem um tempo então, para ficar zangado e indignado também, mas como são sentimentos negativos dê-se o tempo de 10 minutos apenas porque mais do que isso estará fazendo mal a si mesmo.  Pessoas raivosas podem se levar a um AVC, isso é muito sério!  - Diga: Eu estou zangada, eu aceito e entendo mas me permito sentir por apenas 10 minutos e depois desse tempo mude o foco do seu pensamento. O que eu conheço eu controlo, o que não controlo me domina.

No nosso sistema límbico temos a amígdala é emocional então, é reativa se conseguirmos controlar e deixar esse sentimento passar estaremos controlando-a e fazendo entrar em atividade o neocórtex que é racional (e corta a raiva, p.ex.). Quando conseguimos controlá-la chamamos de Tempo de Reação Emocional então, vamos do emocional para o racional para resolver melhor as situações.

Responda: qual é a melhor postura perante a vida?  A do repolho ou a da rosa ?
O repolho nasce aberto e se fecha - A pessoa pensa que já sabe tudo e se fecha para as novas oportunidades.
A rosa nasce fechada e se abre e liberta as pétalas. A pessoa se mostra aberta e disponível a aprender, crescer, evoluir e melhorar sempre.  Então, tenha a postura da Rosa.

Aguardem o próximo post com a continuação...