11 de março de 2013

Exercício da Autobiografia


Exercício da Autobiografia




Existem muitos exercícios que nos apoiam na busca pelo auto-conhecimento, um deles é o da autobiografia, que nos mostra um pouco mais de nós mesmos. 

Uma prática simples que pode ser feita sozinha ou em dupla. Vamos à prática:


Primeiramente relaxe Profundamente... 


Descubra um lugar confortável e quieto para fazer esta prática. É uma boa ideia fazer o exercício sentado e não deitado. 
Você precisa se sentir muito relaxado, mas continuar atento.

É hora de relaxar, agora... respire... deixe o corpo relaxar... respire devagar... e profundamente... até o fim... pode fazer barulho respirando. Encha o corpo de ar fresco e saudável. 
E, enquanto estiver respirando confortável, lenta e plenamente, pense como seria gostar de si mesmo, do jeito que você é.
Ao sentir seu corpo relaxar, livre-se de todas as suas tensões físicas e emocionais. 
Demore-se procurando no seu corpo possíveis "sensações controladoras", e livre-se delas. 
Livre-se delas, totalmente.

O segundo passo é pensar em alguém que O ame...
Antes de começar este processo, pense em alguém que você saiba que o ama verdadeiramente.
Um amigo, amante, marido, esposa, pai, mãe, filho, seja quem for; simplesmente, note quem é no processo que está começando a aprender. Se não conseguir pensar em ninguém que você saiba que gosta de você, pense então em uma pessoa a quem tenha ajudado de alguma forma, e que saiba que ela o aprecia profundamente. Seja pensando em alguém que você sabe que o ama ou em alguém que o aprecie muito, em qualquer caso, simplesmente observe quem ele ou ela é agora. 

Vamos escrever a sua Autobiografia?
Imagine que está sentado em uma mesa escrevendo uma autobiografia. 
Você pode estar usando uma caneta, um lápis ou, quem sabe, um computador. 
De alguma forma, veja-se escrevendo-a. Veja a Pessoa que Você Sabe que O Ama. 

Agora, observe com calma que, do outro lado da sala onde está escrevendo sua autobiografia, você pode ver alguém de pé através de uma porta de vidro, a pessoa que você sabe que gosta de você. 
E ao ver esta pessoa que você sabe que o ama ou aprecia, você tem consciência de que ela está olhando para você, observando-o. E você resolve descrever esta pessoa na sua autobiografia, e a participação dela na sua vida. 

Demore-se descrevendo esta pessoa, o que vê e sente a respeito dela. 
Inclua até o que se ouviu dizendo a si mesmo sobre a pessoa que você sabe que o ama. 
Escreva tudo isto na sua autobiografia. Demore o tempo que for necessário.

O próximo passo é ver-se de uma outra Perspectiva...
Agora que você tem noção de como é descrever a pessoa que você sabe que gosta de você, gentilmente saia do seu corpo (mentalmente) à mesa e deixe sua consciência atravessar a sala e a porta de vidro, e observe como é ficar ao lado da pessoa que o ama. 

Demore-se olhando pelo vidro e se observando escrever a autobiografia. 
Fique ali e observe como você se parece visto desta perspectiva do outro lado do vidro. 
E observe o quanto você se gosta atualmente. Observe seus pensamentos reais em relação a si mesmo ao se ver pela porta de vidro. 
Você pode notar uma quantidade muito grande de auto-revalorização ou apenas um pouco. 
Seja o que for, simplesmente aceite esta experiência.

Agora, veja-se através dos olhos de alguém que o ama. 
Gentil e delicadamente, permita-se entrar no corpo da pessoa que você sabe que o ama. 
Demore o tempo que for necessário para fazer isso de uma maneira fácil e confortável. 
E, quando estiver totalmente dentro do corpo da pessoa que você sabe que o ama ou aprecia profundamente, olhe para si mesmo através dos olhos desta pessoa enquanto escreve a sua autobiografia. 
Veja-se com os olhos de alguém que o ama. 

Observe com que você se parece ali escrevendo a autobiografia. 
E observe como você se move e respira. 
Demore bastante para compreender plenamente as qualidades e aspectos especiais de si mesmo de que tiver consciência, talvez pela primeira vez, ao se ver através dos olhos do amor. 
Como você está no corpo de alguém que o ama, observe os pensamentos e as sensações que perceber sendo falados e sentidos com relação a você. 
Note o tom de voz dos pensamentos positivos e de valorização que ouvir ao se ver lá, escrevendo, da perspectiva de alguém que você sabe que o ama, contando a história da sua vida. 

Você está bastante confortável. 
Pode sentir e ver a mesa e a cadeira que está usando. 
Pode notar, agora mesmo... em poucos segundos... ou talvez mais tarde, como as palavras que descrevem sua vida começam suavemente a lhe ocorrer. 
E conforme escreve, você se torna consciente do pensamento de alguém que sabe que o ama... ou aprecia. 
Você começa a pensar, com mais clareza ainda, nesta pessoa que você sabe que o ama.

Retorne à Sua Própria Perspectiva. 
Quando tiver plena consciência das qualidades e aspectos especiais de si mesmo que fazem de você o quê e quem você é, suavemente, delicadamente, deixe que ela saia do corpo da pessoa que você sabe que o ama, e flutue (mentalmente), através da porta de vidro, da sala, de volta ao seu corpo sentado à mesa e escrevendo a sua autobiografia.

Finalmente, escreva sobre sua experiência. 
Você pode se demorar, escrevendo na sua autobiografia a experiência de se ver com os olhos do amor ou da valorização que acabou de ter. 
Ao escrever o que experimentou, certifique-se de descrever várias qualidades e aspectos especiais que notou em si mesmo ao se ver pelos olhos do amor.

Feito isso, pense no futuro...
Ao escrever esta experiência na sua autobiografia, comece pensando no seu futuro tanto nas experiências futuras com que está contando, como também nas experiências inesperadas que possam vir a surpreendê-lo. Pense em todos os lugares e épocas no seu futuro... amanhã, o próximo dia, daqui a semanas, meses e até anos, quando você vai desejar ser capaz de rever, recordar e lembrar facilmente esta importante experiência de se ver através dos olhos do amor, observando como você é uma pessoa especial e apreciando, profundamente, quem e o que você é no mundo.

Retorne ao Momento Presente e comece a voltar à sua plena consciência. 
Seguindo o seu próprio ritmo, suavemente, vá se tornando cada vez mais desperto e alerta. 
Volte à época e ao local do presente, sentindo-se muito melhor do que antes. 
Observe os sons na sala. E pode observar o que está sentindo no seu corpo. 
E, num instante, você pode abrir os olhos, voltando aos poucos à sua plena consciência, esticando braços e pernas. 

Observe as Mudanças. 
Agora que você já teve chance de experimentar a auto valorização que engana tanta gente, não se apresse e observe, à vontade, como este exercício mudou, sutilmente ou não, estas representações interiores de si mesmo. 
Observe como é possível se ver de novas perspectivas, mais compreensivas e amorosas.
A experiência pela qual acabou de passar lhe proporcionou o tipo de auto valorização que é quase sempre o primeiro passo para dar a si mesmo total apoio e estímulo. 
Ame-se e valorize-se!


4 de março de 2013

Coaching de Vida


Coaching de Vida


Motivar-se a encontrar o estímulo necessário, chegar a um auto-conhecimento pessoal e principalmente das pessoas a sua volta, nas suas mais variadas situações, obtendo recursos para o alcance de objetivos entre outras conquistas. Saber como usar todos esses recursos e conhecimento a seu favor, seja com seu parceiro, seus filhos ou sua equipe de trabalho. A melhora pessoal, deve ser uma constante preocupação e cuidado em nossas vidas.

O Coaching aplicado à vida pessoal vem apresentar, técnicas e ferramentas testadas e aprovadas que comprovam a eficácia da metodologia. O coach, o treinador, ou instrutor de Coaching, atua de forma à elucidar, motivando e estimulando seu cliente, ou Coachee, fazendo-o refletir e agir sobre determinados aspectos, sem qualquer tipo de crítica ou julgamento. O coach trabalha a partir de questionamentos e uso de técnicas e ferramentas que aprimoram os níveis de ambiente, capacidade, comportamentos e crenças, sempre tendo como foco o alcance de objetivos desafiantes previamente definidos, a partir de reflexões e descobertas transformadoras. O processo deve basear-se sempre na confiança e respeito mútuo entre o Coachee e o Coach.

Os resultados aparecem de forma rápida e prática, validando a transformação.  Todos os aspectos da sua vida podem alcançar um patamar jamais imaginado anteriormente. Você torna-se apto a evoluir positivamente em todos os sentidos, impactando diretamente nas pessoas ao seu redor e no seu dia-a-dia.

É normal que você já tenha vivido alguma situação em sua vida de medo, insegurança, falta de coragem e motivação, desânimo, ou apenas queira melhorar como pessoa em seus vários aspectos. Caso você se identifique com uma dessas situações, o coaching pode ser um divisor de águas em sua vida, não tenha dúvidas.

O Coaching é destinado a pessoas que, possuem objetivos na vida, sonhos e desejos não realizados, e que estão dispostas a mudar este quadro, a partir da execução de ações que levem ao resultado esperado. Basta querer desenvolver suas habilidades buscando alcançar objetivos, aumentar sua performance, superar seus limites, melhorar como pessoa e seu relacionamento interpessoais,  entre vários outros aspectos.

O Coaching de Vida é um processo constante de desenvolvimento e evolução do potencial humano. Neste procedimento, é buscado o alcance de objetivos previamente definidos através da identificação e utilização de competências desenvolvidas pelas pessoas, bem como o reconhecimento e superação de possíveis obstáculos. Dê essa chance a você, tudo o que precisa já está dentro de você.


25 de fevereiro de 2013

A evolução da PNL


A evolução da PNL


1° Geração

A 1ª Geração da PNL é o modelo original da PNL que foi desenvolvida nos anos 70 por Richard Bandler e Jonh Grinder, a partir do estudo e modelagem de terapeutas tão brilhantes e eficazes como Milton Erickon (hipnose), Gregory Bateson (Escola de Palo Alto), Virginia Satir (Terapia Sistémica) e Fritz Perls (Gestalt). Centrava-se fundamentalmente no indivíduo e tinha como pressuposto uma relação terapêutica um a um. A maioria das técnicas desta 1ª geração tiveram foco na solução de problemas nos níveis de comportamentos e capacidades.


2ª Geração

A 2ª geração da PNL começou a surgir em meados dos anos 1980. Neste momento, a PNL foi se expandindo para estudar outras questões para além do contexto terapêutico. Ainda centrada em indivíduos mas enfatizando muito mais as relações com os outros e com nós mesmos. A Modelagem e suas ferramentas começam a ser utilizadas em áreas de negociações, liderança, motivação, vendas, saúde e educação.

As técnicas da PNL também se ampliaram e agora incluíam temas dos níveis mais elevados como crenças, valores e meta-programas. Suas ferramentas integram o uso de novas distinções tais como : a linha do tempo, submodalidades e posições perceptivas

3ª Geração

A 3ª Geração da PNL está sendo desenvolvida desde os meados dos anos 90 e o seu principal criador e desenvolvedor é Robert Dilts (na foto abaixo). Suas aplicações são mais sistêmicas e centram-se em níveis mais altos de aprendizagem, interação e desenvolvimento. Suas técnicas abordam os níveis mais profundos: a identidade, a missão e a visão. Salienta a mudança do campo unificado do sistema e pode ser aplicada no desenvolvimento de organizações, culturas, equipes e indivíduos.

Todas as três gerações da PNLestudam a estrutura e o funcionamento da mente (esta é a essência da Programação Neurolinguística). As duas primeiras gerações estudavam quase que exclusivamente a Mente Cognitiva. A 3ª geração ampliou o campo de estudo para incluir também a Mente Somática e o Campo Energético presente no sistema onde atuamos.

1 - Mente Cognitiva - que emerge do cérebro
2 - Mente Somática - centra-se no corpo
3 - Campo Energético - vem através da nossa conexão e do relacionamento com outros sistemas à nossa volta.

As técnicas da 3ª geração são baseadas no Campo Energético (Field), incorporando os princípios de auto-organização, os arquétipos e uma perspectiva de todo o sistema - que é conhecida como "a quarta posição".

Robert Dilts tem sido um dos principais criadores da 3ª geração da PNL afirmando que a sabedoria necessária para mudança já está no sistema e pode ser descoberta e libertada pela criação de um contexto adequado.

Na realidade cada nova geração da PNL transcende e inclui a anterior.


Texto extraído do blog: sergioenriquefaria.blogspot.com.br/p/pnl-programacao-neurolinguistica.html

18 de fevereiro de 2013

Desenvolvendo a Técnica de Acompanhamento de Vozes – Vamos exercitar?

Desenvolvendo a Técnica de Acompanhamento de Vozes – Vamos exercitar?


Uma das formas mais fáceis de se lembrar de construir o Rapport é observar algum aspecto do ritmo da outra pessoa. Note se a linguagem dela é em geral bem rápida e contínua ou se é lenta e contínua. Algumas pessoas fazem pausas mais freqüentes e recomeçam a falar. Outras falam sem parar, nem parando para respirar. Ao observar um padrão, você pode ajustar a sua própria maneira de falar para se aproximar do padrão do outro. Se alguém diz, "Esta técnica não funciona", nove vezes em dez é Por que na verdade não mudou o seu próprio padrão para acompanhar o da outra pessoa pensa, apenas, que mudou. É importante se dar um tempo para observar as sutilezas da fala e aprender a acompanhá-las.

Embora queiramos que você seja sensível aos sinais não-verbais que indicam a perda de Rapport, você também pode pedir a outras pessoas que relatem como se sentiram durante as diferentes etapas deste exercício. Em geral, elas serão capazes de lhe dizer quando a conversa fluiu facilmente e quando não fluiu sem saber exatamente por quê. Vamos ao exercício:

1. Escolha uma Situação sem Importância. 
Escolha um contexto em que nada esteja em jogo, como um encontro casual com um estranho em um lugar público. Como alternativa, você pode pedir a um amigo que faça este exercício com você sentando-se de costas um para o outro. 
O efeito deste exercício será mais óbvio se a outra pessoa não souber inicialmente o que você vai fazer.

2. Tente Acompanhar. 
Ao falar com a outra pessoa, observe o ritmo e o tom da voz dela. 
Ajuste sutilmente a sua voz até que tons e ritmos se assemelhem o máximo possível. 
Observe a qualidade da comunicação: as informações fluem facilmente ou não? 
Existe uma sensação de Rapport ou não?

3. Tente Fazer o Inverso. 
Depois de alguns minutos de diálogo fácil e fluente, altere a sua voz para ficar bem diferente da voz da outra pessoa em termos de tom e ritmo. 
Observe o impacto desta mudança sobre a qualidade da comunicação.

4. Agora Volte a Acompanhar. 
Como em uma conversa normal, de frente um para o outro, volte a acompanhar a qualidade de voz da 
outra pessoa e observe se é capaz de recuperar o Rapport que permite um fluxo regular de comunicação.
Você também pode acompanhar o ritmo dos movimentos de uma outra pessoa. 
Como a fala, os movimentos físicos também obedecem a um padrão. 
Algumas pessoas se movem muito, outras pouco. Algumas se movimentam com gestos amplos e suaves 
e outras com gestos pequenos e abruptos. 
Ajustando sutilmente o ritmo dos seus movimentos para se aproximar da pessoa com quem está interagindo, você estará melhorando ainda mais as bases para um relacionamento. 
Praticando estas habilidades, você vai desenvolver sua habilidade para construir imediatamente o Rapport,e recuperá-lo com facilidade assim que perdê-lo. 



Retirado do livro PNL – A nova Tecnologia do Sucesso. Organizado por Steve Andreas e Charles Faulkner



11 de fevereiro de 2013

Ancoragem


Ancoragem

Passamos por situações de medo, tensão, estresse, alegria, exaltação, entre tantos. Construímos em nosso cérebro uma infinidade de recursos que deixamos lá parados e não utilizamos pois não sabemos como acessar. E todos os dias, experimentamos situações cotidianas ou não em que temos dificuldades e necessitamos de um desses recursos.
Uma âncora é o processo de associar reações internas com algum gatilho externo ou interno, são maneiras de provocar respostas automáticas e estados emocionais ou de recursos vinculando-os a estímulos visuais, cinestésicos, auditivos, gustativos e olfativos. Você já ouviu alguma vez uma música e lembrou-se de uma pessoa, querida ou não? Caso tenha acontecido, a música funcionou como uma âncora para criar conexão a lembrança referente à essa tal pessoa. Vamos agora descrever como é feita a ancoragem de recursos.
1) Escolha uma passagem (dificuldade) na qual você deseja ampliar o seu repertório de comportamentos. Qual a situação em que você quer dispor de novos comportamentos? Em qual situação você necessita de mais recursos?

2) Selecione o recurso (coragem, força, etc...) de que você quer dispor e experimente-o (respire fundo, veja a sua fisiologia no momento em que você estava experimentando esse estado interno, ouça e sinta tudo). Quando estiver plenamente em contato com sua dimensão cinestésica (quando conseguir a conexão com esse estado), toque em seu corpo ou faça um movimento, o que achar melhor e mais confortável. Quanto maior o contato com a experiência, firme ainda mais o movimento. É esse movimento que vai tornar-se a sua âncora. Repita três vezes a experiência para assegurar-se da conexão.

3) Verificação
Verifique se, ao refazer o movimento escolhido, isso o ajuda a experimentar novamente o estado-recurso.

4) Ponte ao futuro

Projete-se mentalmente nos dias e semanas que ainda virão, ou até a data do evento específico, na ou nas situações em que você queira dispor dessa nova atitude.

Prepare-se e seja feliz!